08.01.2020

Conheça 4 dicas para melhorar a gestão de hospitais filantrópicos

No Brasil, existem cerca de 2 mil hospitais filantrópicos que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Conforme dados da Agência Senado, eles são responsáveis por “36,86% dos leitos disponíveis, 42% das internações hospitalares e 7,35% dos atendimentos ambulatoriais realizados na saúde pública”.

 

Além disso, 59,35% das internações de alta complexidade do SUS são feitas em instituições filantrópicas, já que elas são responsáveis pelo maior número de cirurgias oncológicas e cardíacas, por exemplo. Já em Santa Catarina, existem 122 hospitais filantrópicos, responsáveis pelo atendimento de 77% dos catarinenses.

 

Para ser reconhecido como hospital filantrópico, é necessário receber o Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (Cebas). Para tanto, as entidades precisam cumprir uma série de exigências do governo, conforme a lei 13.650, de 2018.

 

Entre esses requisitos, está a obrigação do atendimento de ao menos 60% ser do SUS. Contudo, também é necessário manter a qualidade do atendimento, manutenção da estrutura e dos equipamentos, incorporar novas tecnologias e desenvolver técnicas de gestão de serviços na área.

 

Porém, essas tarefas se tornam desafios quando a maior parte dos Hospitais filantrópicos atende mais do que 60% do SUS e depende da tabela — defasada — para se manter. Um dos casos é do Hospital da Caridade, de Florianópolis. Ele é um dos maiores do estado e enfrenta uma defasagem da Tabela SUS de 40%: a cada R$ 100 gastos, somente R$ 60 são repassados pelo governo.

 

Pensando nessas dificuldades, foram preparadas quatro dicas que podem ajudar os gestores dos hospitais filantrópicos. Continue lendo!

 

Quatro dicas para gestão de hospitais filantrópicos

 

1 – Contratação de software de BI

 

Como a falta de receita é um dos problemas recorrentes em hospitais filantrópicos, o primeiro passo é conhecer a fundo o quadro geral da entidade. Para isso, é importante ter em mãos todos os dados do hospital, desde quadro de funcionários, prontuários médicos, estoque de medicamentos, agendamentos, cirurgias etc.

 

Também é fundamental saber quais procedimentos ou cirurgias foram realizadas, o que foi cancelado e qual a origem: se é SUS ou outro convênio. Um software de BI permite ter acesso a todos esses indicadores e ainda criar novos, de acordo com a necessidade de cada unidade.

 

2 – Gerenciamento das diferentes equipes e profissionais

 

Outra necessidade para garantir uma boa gestão nos hospitais filantrópicos é saber gerenciar as equipes e profissionais. Isso vai evitar que alguns setores estejam sobrecarregados em relação aos outros.

 

Podemos citar como exemplo os centros cirúrgicos. Essas entidades tendem a atender um grande número de cirurgias, sendo assim, é necessário dispensar uma maior atenção ao setor.

 

>> Leia também: LGPD na saúde: saiba quais os impactos e como se adequar <<<

 

3 – Manutenção da estrutura dos hospitais filantrópicos

 

Este é outro ponto fundamental, pois é também requisito para receber o Cebas. Aqui entra a acessibilidade. Por se tratar de um hospital, entende-se que os mais diversos públicos vão precisar do acesso. E isso precisa ser garantido a todos, sem exceção.

 

Além disso, manter sempre em dia desde os equipamentos até a estrutura física dão uma garantia maior de que não vão surgir surpresas no caminho, gerando gastos desnecessários.

 

4 – Gestão e controle do estoque

 

Por fim, separamos aqui a necessidade de realizar uma boa gestão de estoque. Outra dificuldade recorrente em hospitais filantrópicos é a falta de receita para comprar novos medicamentos.

 

Sem os medicamentos necessários é inviável desde a realização de cirurgias ou uma internação, pois não há como tratar os pacientes.

 

Todas essas situações podem ser gerenciadas através de um software de Business Intelligence (BI). Quer conhecer todos os benefícios do uso do BI em sua entidade? Entre em contato e experimento o weKnow Saúde, o software que vai revolucionar a gestão do seu hospital filantrópico.

 

Grupos de Discussão

 

Com a intenção de fomentar as discussões sobre Business Intelligence na área da saúde, estamos divulgando grupos no WhatsApp, Telegram, Facebook e Linkedin. Esses grupos são compostos por profissionais da saúde e por todos aqueles que têm interesse em contribuir com a área.

 

Confira os acessos aos grupos e participe das discussões!
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